quarta-feira, setembro 07, 2011

Rampas

E na história desse mundo que parece mais brinquedo dos que têm que se jogar, dessa rampa da esperança, misturada com lembrança que não pode escorregar, desse timbre de mistério que se perde o juízo pra poder mais se doar, no registro da memória pra contar aquela história, cujo aqueles personagens não tem como não gostar. E na frente a liberdade ao andar pela cidade que eu já não quis deixar. Ao cantar assim ao vivo o que era proibido e ainda assim brincar, é que volto ao mesmo ponto e que conto aquele conto: que o mundo é mais brinquedo dos que tem que se jogar.


Por Dulce Guimarães.

Um comentário:

Suélen disse...

Você é, com o perdão da palavra, FODA!